Paso encantada. Viva la liberdad.
El bien más precioso, garantindo mi existencia. No necesito hombres, no necesito la casa derecha, necesito de mar, con sol. Es una relación muy intensa. El mundo en lo suma dedicación con nosotros.
A veces es que nos permite acceder a todo un mundo nuevo de percepciones, independientemente de nuestra idad y situación emocional.
La vida es imperfecta, pero que poderce hacerle felices.
domingo, 21 de março de 2010
sábado, 16 de janeiro de 2010
Parapeito nos pés.
Nem sei o quanto velho estou, diariamente tento calcular o valor desastroso da vida. Minhas atitudes foram preguiçosas, ambíguas e desprodutivas, fui parar num barco no meio do oceano, e não manifestei interesse nem em escrever na porta do meu banheiro. Nada.
Não eram esses meus planos, baby. A veadagem invalidou-me cedo. Buscou-me no meio do Sarajevo, levou-me para enfermaria, esquentou um chá de camomila e disse: "Acalme-se, Fio". Cá estou, para invalidar-te. Morra.
Acreditei, bêbado ingênuo, alvo fácil. Eu tinha apenas 57 anos quando precisei morrer, a liberdade ainda reinava nas minhas palavras, emoções e atitudes. Ainda sinto aquele velho louco tomar-me, ainda sinto suas ideias, ainda leio seus pensamentos, e sei, que se o garoto não ressuscitar, virará pó. Sujeira dos desajustados, e nada mais trará seu corpo jovem de volta.
Não eram esses meus planos, baby. A veadagem invalidou-me cedo. Buscou-me no meio do Sarajevo, levou-me para enfermaria, esquentou um chá de camomila e disse: "Acalme-se, Fio". Cá estou, para invalidar-te. Morra.
Acreditei, bêbado ingênuo, alvo fácil. Eu tinha apenas 57 anos quando precisei morrer, a liberdade ainda reinava nas minhas palavras, emoções e atitudes. Ainda sinto aquele velho louco tomar-me, ainda sinto suas ideias, ainda leio seus pensamentos, e sei, que se o garoto não ressuscitar, virará pó. Sujeira dos desajustados, e nada mais trará seu corpo jovem de volta.
segunda-feira, 11 de janeiro de 2010
Ta, fumei um banza.
Ta, fumei um banza.
Fiquei muito sensível, pude perceber que isso não é pra mim. De fato. Quase virei um Chico Xavier versão feminina em lugar inapropriado. Não sei se tenho tendências esquizofrenicas, de fato, não é normal. Foi como tomar um doce, um chá. Absurdo.
Permaneceu a noite toda, a crise barata, o fumo bom, razão, foi-se. Andei sem rumo, quanto mais me afastava mais louca ficava, tive que retroceder meus passos.
"What hell?"
Após o terror das sombras, tomou-me a simpatia insuportável, eu até queria ficar calada, mas não conseguia, fui em rodas de violões que não eram "das minhas", sentei, mas não rolou. O desejo da invisibilidade permaneceu.
Um rapaz me cedeu um banquinho que me fez ficar mais alta que as pessoas que estavam sentadas no chão. Me incomodei, queria ficar só.
Sai de lá andando estranho, torta mesmo, tropecei numa estaca que estava perdida no caminho. Me joguei na porta da minha barraca, escutando o som do violão e a voz das pessoas cantando. Fiquei lá, fechei meus olhos e pirei.
Fiquei muito sensível, pude perceber que isso não é pra mim. De fato. Quase virei um Chico Xavier versão feminina em lugar inapropriado. Não sei se tenho tendências esquizofrenicas, de fato, não é normal. Foi como tomar um doce, um chá. Absurdo.
Permaneceu a noite toda, a crise barata, o fumo bom, razão, foi-se. Andei sem rumo, quanto mais me afastava mais louca ficava, tive que retroceder meus passos.
"What hell?"
Após o terror das sombras, tomou-me a simpatia insuportável, eu até queria ficar calada, mas não conseguia, fui em rodas de violões que não eram "das minhas", sentei, mas não rolou. O desejo da invisibilidade permaneceu.
Um rapaz me cedeu um banquinho que me fez ficar mais alta que as pessoas que estavam sentadas no chão. Me incomodei, queria ficar só.
Sai de lá andando estranho, torta mesmo, tropecei numa estaca que estava perdida no caminho. Me joguei na porta da minha barraca, escutando o som do violão e a voz das pessoas cantando. Fiquei lá, fechei meus olhos e pirei.
quinta-feira, 7 de janeiro de 2010
Perdida no canto do Paraná.
Fumo meu cigarro, é cedo, manhã. Faz sol lá fora, e aqui, o ócio.
Abro meu coração pra quem quiser, sei que nele cabe, apenas cabe.
Meu filho agora dorme, procuro o cinzeiro que usei ontem.
Ao menos o cinzeiro eu consigo encontrar por aqui.
Sinceramente, não sei. Não sei o que faço aqui, não sei o que farei amanhã, não sei. Estou anestesiada pelo novo, amortecida por todas as quedas, ruas estranhas, novas gírias, tudo muito repentino. A vida não me anula, mas eu não sei o que farei com ela.
Recebo meus trocados, e ainda tenho muitas dívidas. Quero muito de mim, mas ainda não sei.
A inocência me atrapalha.
Abro meu coração pra quem quiser, sei que nele cabe, apenas cabe.
Meu filho agora dorme, procuro o cinzeiro que usei ontem.
Ao menos o cinzeiro eu consigo encontrar por aqui.
Sinceramente, não sei. Não sei o que faço aqui, não sei o que farei amanhã, não sei. Estou anestesiada pelo novo, amortecida por todas as quedas, ruas estranhas, novas gírias, tudo muito repentino. A vida não me anula, mas eu não sei o que farei com ela.
Recebo meus trocados, e ainda tenho muitas dívidas. Quero muito de mim, mas ainda não sei.
A inocência me atrapalha.
segunda-feira, 9 de novembro de 2009
Don't Let Me Down
Não me tire o coração. Não faça minhas malas por obrigação. Não me deixe ir. Não sei o que me espera.
Posso sorrir agora?
Posso sorrir agora?
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
.cinturinha de pilão tem coração perdido.
Tenho todos os defeitos do mundo, sou gorda, não fui amamentada, meu pai nunca conseguiu desgrudar o chiclete do meu cabelo quando mais precisei. Acho que não mereço viver.
Passamos por muitas coisas nessa vida, muitos traumas. O que faremos com eles senão relembrar. (?) (Yeap!)
Ainda quando criança perdi minha chuquinha de cabelo num zoológico, fui procurar e não achei. Me perdi de mamãe (talvez, se tivesse me amamentado, poderiamos utilizar a força da nossa ligação mãe/filha, mas não! {Não conheço seu cheiro}), então, corri pro carrinho de pipoca. Acordei em casa. Devo ter caido e batido com a cabeça, ou sonhado, que confusão.
Nunca sei em que acreditar.
Vou reto.
Meu pai, sempre desesperado com o desemprego, com a falta de investimentos com a classe artística, sempre tentando burlar a burocracia da fila do pão. Ele é um pouco confuso, mas está sempre certo. (Eu não devia ter nascido)
Certo dia, avistei um rapaz bonito, eu nunca soube paquerar, achava coisa de perdedoras. Bah! (meninos, blécat!)
Dessa vez foi diferente, tentei com toda força do meu pulmão murchar a barriga, quase desmaiei e perdi os sentidos. Quando percebi a bobeira que estava fazendo, soltei o ar, minha barriga saltou pra fora, tive que esconder-me. Notei que ele olhou para trás com meu gemido (eu não sei calar a boca) e riu pra mim, ou de mim (?). Não importa! Foda demais, um SORRISO!
Pra mim já estava ótimo, havia aprendido a paquerar. É fácil.
É só fazer graça, murchar a barriga, essas coisas. (Será que ele gostaria de ver o rostinho que faço na minha barriga, (?) Faço até uma boquinha com o umbigo)
E sonho...
-Ahhh, pra ele..Até batom eu passaria!
Passamos por muitas coisas nessa vida, muitos traumas. O que faremos com eles senão relembrar. (?) (Yeap!)
Ainda quando criança perdi minha chuquinha de cabelo num zoológico, fui procurar e não achei. Me perdi de mamãe (talvez, se tivesse me amamentado, poderiamos utilizar a força da nossa ligação mãe/filha, mas não! {Não conheço seu cheiro}), então, corri pro carrinho de pipoca. Acordei em casa. Devo ter caido e batido com a cabeça, ou sonhado, que confusão.
Nunca sei em que acreditar.
Vou reto.
Meu pai, sempre desesperado com o desemprego, com a falta de investimentos com a classe artística, sempre tentando burlar a burocracia da fila do pão. Ele é um pouco confuso, mas está sempre certo. (Eu não devia ter nascido)
Certo dia, avistei um rapaz bonito, eu nunca soube paquerar, achava coisa de perdedoras. Bah! (meninos, blécat!)
Dessa vez foi diferente, tentei com toda força do meu pulmão murchar a barriga, quase desmaiei e perdi os sentidos. Quando percebi a bobeira que estava fazendo, soltei o ar, minha barriga saltou pra fora, tive que esconder-me. Notei que ele olhou para trás com meu gemido (eu não sei calar a boca) e riu pra mim, ou de mim (?). Não importa! Foda demais, um SORRISO!
Pra mim já estava ótimo, havia aprendido a paquerar. É fácil.
É só fazer graça, murchar a barriga, essas coisas. (Será que ele gostaria de ver o rostinho que faço na minha barriga, (?) Faço até uma boquinha com o umbigo)
E sonho...
-Ahhh, pra ele..Até batom eu passaria!
quinta-feira, 22 de outubro de 2009
chapuletagem
Sou desonesta com a vida, minha vontade é de sumir. (e não sumo)
Existem pessoas esperando por mim, aguardando meu abraço, torcendo para que meu sorriso apareça. Só me falta a oportunidade de um lugar bem lá no alto, de um morro, dum prédio, uma torre de energia, qualquer coisa que consiga propagar minha voz a altura da dor.
Passaria minhas tardes gritando, feito louca, gritando, cantando e falando desconexamente o que me vier à mente, minhas alusões.
Essa estagnação terá seu fim transcorrido.
No alto d'algum lugar.
É drama, comédia, romance, até tragédia.
e eu..
me fodo.
Existem pessoas esperando por mim, aguardando meu abraço, torcendo para que meu sorriso apareça. Só me falta a oportunidade de um lugar bem lá no alto, de um morro, dum prédio, uma torre de energia, qualquer coisa que consiga propagar minha voz a altura da dor.
Passaria minhas tardes gritando, feito louca, gritando, cantando e falando desconexamente o que me vier à mente, minhas alusões.
Essa estagnação terá seu fim transcorrido.
No alto d'algum lugar.
É drama, comédia, romance, até tragédia.
e eu..
me fodo.
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