sábado, 28 de agosto de 2010

se poder eu tivesse..

Gostaria de mágica.

Suportaria passar um café pro mundo. Viveria meus dons.

Entorpeceria as pessoas de alegria e desejo de me ter perto delas. Estaria plantando flores no meu jardim, nesse exato momento. Enfeitaria a cabeça das crianças de fantasia e doses humanas. Mais tarde elas entenderiam que o ser humano é lindo em sua essência, embora burro e promíscuo.

As meninas saberiam que masturbação não é feio, é gostoso e saudável. Entenderiam que não se pode sair abrindo as pernas pra qualquer um.

Os homens teriam claro em suas cabeças, que as mulheres são tão forte quanto eles.

Usaria essa magia para fazer descer toda a cachaça de Morretes pelas cachoeiras pra acabar com a moralidade fraca desse povo.

Só não conseguiria mudar o caos que há em mim.

Lubrificante social

O Álcool.

Memorial, esquisito, como Paranaguá. O retrato da desigualdade concentrada nos saltos altos. Alguns perfumes baratos, outros importados. Banheiro é sinônimo de salão de beleza. Beijar na boca e uma bela trepada é o objetivo quase totalitário.

E eu, pensando apenas em brincar com a sexta-feira, conversar e dançar. Até aquele ego ferido perceber que a vida vale mais. Com doses homeopaticas de bom senso.

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Amar é ultrapassarmo-nos.

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Pra falar de saudades..

Falta-me neste 'caminho' a entrega que meus queridos me proporcionavam, essa saudade parece não ter razão, sinto ser só coração.

Os abraços, as vozes, os violões cantados em coro.

Rostos iluminados por sorrisos, conversando, dançando, contemplando a beleza do mundo. O gosto da indignação acontece. Estamos de braços dados.

Bebida se faz presente com foco comemorativo. Sempre brindaremos a vida e choraremos juntos.

Sinto falta das conversas claras e abertas sobre o amor, sem aquele clichê barato, falaremos mais, falaremos de coisas reais, falaremos sem medo e brincaremos com nossos sentimentos, enquanto forem verdadeiros e puros.

Gosto de lembrar de como era positivo estar entre amigos podendo falar das coisas mais simples, aquelas que parecem ridículas, coisas de gente apaixonada pela vida. Aquelas risadas gostosas que davamos das tragédias, por também serem cômicas.

Do amor que conseguiamos expressar sorrindo, os telefonemas como pedidos de auxílio.

Saudades das inúmeras companhias do silêncio, aquela que não fala, não dá conselho. Só abraços. Amor, carinho, respeito. Amizade.

Vezes ou outra pego-me lembrando. Sinto-me agregando valores.

Cada um de meus amigos...

..em cada canto do mundo.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

Sou meu vizinho.

# Giba # diz:
gostei quando você pôs
pseudo qualquer coisa
é a cara da pós modernidade
todo mundo quer ser tudo mas ninguém é porra nenhuma
to em sp, sempre na estrada
desisti de imaginar que tenho um lar.

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Do tempo, mais um pouco. Do nada, quero tudo.

Sambo sem sair do lugar, meu amor se fez questão. É poesia concreta.

Às vezes o entendo de uma forma, vezes de outra. E por horas a fio danço sem música nos ouvidos.

Sento-me e tomo café, meu cigarro apagou e nenhum mutante compartilhou minha nostalgia. Sinto meus pés sambarem nesta Terra do Sol. Aqui são tribos de pederastas e alcoólatras.

Estudo meu caminho de volta para casa. Minha geografia muda quando penso nas inúmeras possibilidades deste samba da bênção.

Deste domingo estranho e nossa cama vazia.

sexta-feira, 21 de maio de 2010

Prefiro mudar de assunto.

Começando.

Paranaguá, terra estranha.

Beatas, putas, rockeiros, pagodeiros, sertanejo universitário para canto lírico. Onde estou mesmo?

Preconceito, auto-ajuda, beijo despercebido, vulnerábilidade. Estranhamento, espanhol para iniciantes, corrida para uma vida saudável. E a cidade se mostra cada vez mais estranha.

Sem cultura, sem apoio, sem verba, sem humanização, nada de pólos artísticos.

Apenas bares despreparados.

Mudando de assunto: Amor comunista soa tão bonito.

domingo, 21 de março de 2010

Hablar con el mundo.

Paso encantada. Viva la liberdad.

El bien más precioso, garantindo mi existencia. No necesito hombres, no necesito la casa derecha, necesito de mar, con sol. Es una relación muy intensa. El mundo en lo suma dedicación con nosotros.

A veces es que nos permite acceder a todo un mundo nuevo de percepciones, independientemente de nuestra idad y situación emocional.

La vida es imperfecta, pero que poderce hacerle felices.