domingo, 26 de abril de 2009

êta vida danada

O hoje não é um único dia, são vários, numa rajada de 24 horas. O dia passa rápido e me parece que cada minuto será decisivo. Todas as fraquezas e fortalezas que em mim se reúnem.
Sem pressão, rs, preciso caminhar, tomar caldo-de-cana, é preciso.
continuo lenta, na leveza de qualquer dia, aquele dia que se perde no outro, esquecendo o antes, voltando pro hoje, e seguindo.
amando cada passado, respeitando cada presente e valorizando o futuro.
Toca, pode tocar fundo, estou de coração e alma abertas. O hoje precisa de 24 horas, de sol, de chuva, genialidades (ou não), idéias. (sem ou com acento)
êta vida danada.
o que seria de todos os sentimentos, se não fosse o medo.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

É assim

Todas as forças se juntam, todas as emoções e idiotices afloram, todos os conflitos aparecem, todas as incertezas renascem, pela nova paixão. Pelo novo distante. É primavera, é outono, é inverno é o inverso do verão, vai longe daqui, vem pra perto de mim.
Não faz sentido, sentindo, sentado, parado, olhando, pensando nas próximas baboseiras a dizer. Faça figas, faça silêncio, faça resenha, faça arte, só não faça tão longe daqui. Isso de tropeçar e cair aqui, ali, acontece. Estamos por um fio enquanto a vida for intensa. Aonde encontros acontecerem, desencontros serão fatais.

quarta-feira, 25 de março de 2009

Para postar deveria ter músicas tbm..

Estava ouvindo Belquior toda saltitante e apaixonada pela vida, penso no apelo do meu colega Marquinhos vulgo Lazarento's Mór, e cá estou eu, escutando os tilintintins dos teclados. (nenhuma música, nenhum Belquior)
Inspiração zero, metrô me esperando às 18h30, sentido estação Saúde. Grande saúde! isso não me falta. Todos os dias tomo duas doses.
Saúde pra acordar, saúde pra dormir. Mas não desejo saúde pra ninguém.

sexta-feira, 13 de março de 2009

Parô ai, está tudo errado!

Acordei de um sono cego, um cansaço de se saber correto. Uma lesera mental.
Fiquei ali, com cara de asno que perdeu a família. Tudo muito claro e sórdido, haviam me jogado na arena com bichas, machões, putas, lésbicas e todo tipo de pseudo alguma coisa.
Olhei para aquelas pessoas que babavam e corriam peladas de um lado a outro, buscando alguma coisa que não encontravam. Não se encontravam diante da própria imagem.
Acontece que eu estava ali, no meio deles. Logo, comecei a correr também, tirei minhas roupas e fui pro abraço, como quem esquece filho no fogo, dinheiro na panela e boa conduta na casa da vizinha.
Abandonei a calcinha na estrada.
O tempo me pegou pelo colarinho, me jogou na parede e socou a minha cara, chutou-me a boca do estômago e mostrou algumas mentiras que vivi, zombou da minha bunda, após me fazer acreditar que estava pronta pra fazer a propaganda da Capricho. Pode foder com tudo (me faz desacreditar da vida pra eu entender), logo depois de acabar comigo e comer parte do meu cérebro. O tempo se foi.
Me fazendo entender que somente a minha bunda, somente a minha calcinha e meus amigos bichas, putas, machões e minhas amigas lésbicas (que são muitas) poderei recuperar.
Tapinhas na bunda NÃO VOU LEVAR!

domingo, 8 de fevereiro de 2009

Descabelados enquanto durar..

Discrição, respeito e cumplicidade. Clichê necessário, sintonia particular.
Diferente do que pensei, não quero ser passagem em branco. Não resisto a aparecer em público e descarrilar o trem. Não me sinto necessariamente atingindo corações estranhos, amantes despreparados ou qualquer outra coisa que se apaga, que se omite.
Os dias foram passando, tudo foi acontecendo e quando vi. Estavamos novamente envolvidos em questões particulares, mundo particular, um estranho acerto de contas de outra vida e diga-se de passagem hilário, como se atirassemos para todos os lados. Como quem acerta outras vidas, outros corações, outras crenças. E isso acontece a todo momento.
Pedes minha volta, mas a confusão que aflige o coração de outras mentes, me faz ver o mal comum. O que não quero ver. E a confusão FIGURATIVA disso tudo. Apenas abstracções.


Vou contigo até o fim.

Impossible not to say love..

domingo, 21 de dezembro de 2008

domingo, 14 de dezembro de 2008

A senhora ingratidão

Meu coração é grande, aqui não tem mesquinharias. Não posso!
..É difícil largar aquele orgulho, daquele Ego, que anda ferido encruzilhado entre as duas de mim. A batalha é essa, abrir a guerra e enchergar o mundo com outros olhos. Enche-lo de paixão, que é o que fazemos diariamente e o amor..Ahhh, o amor!
Desculpe-me a Senhora Ingratidão. É isso que farei.
Declarar guerra a outras de mim, a todos vocês e encher meu mundo, nosso mundo. De amor, ódio, mais amor e esperança.
Nossa tão aclamada esperança!